A não perder

 

 

 

Arco da Porta Nova

 

, datada de 1772, por iniciativa do arcebispo D. Gaspar de Bragança

 

 

Antigo Paço Arquiepiscopal Bracarense

 

Extraordinário conjunto, composto por três corpos de características e épocas distintas.
A ala nascente (voltada ao Jardim de St.ª Bárbara) em estilo Gótico, remonta ao século XVI, a ala poente (voltada à Praça do Município) em estilo tardio barroco, foi erigida no século XVIII, ala Sul define o belíssimo Largo do Paço, integra edifícios mandados construir por diferentes arcebispos nos séculos XVI, XVII, XVIII.

 

 

 

Casa dos Coimbras

A Casa dos Coimbras, como é vulgarmente conhecida, tem nas suas origens uma construção de 1471, sendo adquirida em 1505 por Dr. João de Coimbra. A Casa dos Coimbras sofreu sofreu várias reconstruções, a primeira das quais levada a cabo por artistas biscainhos presentes em Braga para a execução da capela-mor da Sé Catedral.

Restam hoje da primitiva casa quinhentista, algumas janelas em estilo Manuelino, que sobreviveram à demolição ocorrida em 1906.

O edifício actual foi construído em meados do nosso século

 

 

 

 

Casa do Crivos ou das Gelosias

A Casa dos Crivos é uma reminiscência da moda que, “a partir do século XVII, quando o ambiente de excessiva religiosidade fez cobrir as janelas de gelosias que dariam a Braga o aspecto de uma cidade muçulmana” (In Guia de Braga - Arte e Turismo, de Sérgio da Silva Pinto, edição da Câmara Municipal de Braga, 1959).
E um dos raros exemplares que resta de um género de arquitectura que dominou em Braga, nos séculos VII e XVIII.

 

 

Fonte do Ídolo

Santuário rupestre da época romana, um dos mais importantes do género na Península Ibérica, dedicado a uma divindade fluvial autóctone (Tonsoenabiago), é o único monumento romano de Bracara Augusta que Braga hoje conhece.

 

 

 

Igreja e Mosteiro de Tibães

A sua fundação é anterior à nacionalidade, sofreu dura e implacavelmente as vicissitudes do tempo e dos homens.

O inenarrável e ímpar património cultural que hoje conhecemos, remota ao século XVIII, obra beneditina, caracterizada pela magnificência e esplendor das grandes proporções.
Fundado em finais do século X, inícios do XI, foi reconstruído no último terço do século XI, transformando-se, com o apoio real e a concessão de Cartas de Couto, num dos mais ricos e poderosos mosteiros do norte de Portugal.
A importância do Mosteiro de Tibães mede-se, também, pelo papel que desempenhou como autêntico "estaleiro-escola" de um conjunto de arquitectos, mestres pedreiros e carpinteiros, entalhadores, douradores, imaginários e escultores, cuja produção activa em todo o Noroeste peninsular ficou ligada ao melhor do que se fez na arte portuguesa dos séculos XVII e XVIII.
o Mosteiro de S. Martinho de Tibães virá a assistir, sobretudo a partir dos anos setenta do século XX, à delapidação dos seus bens, à ruína, ao abandono. Tendo sofrido obras de restauro, encontrando-se actualmente visitável a maior parte dos seus espaços conventuais.

 

Horário de visita:
Verão 10:00-12:30 e 14:00-18:30
Inverno 09:30-17:30
Funcionamento/Observações
Encerra 25/12;01/01; 1/05 e na Páscoa

 

 

Palácio dos Biscainhos

O Museu dos Biscainhos encontra-se instalado num notável conjunto patrimonial integrado por um imóvel e Jardim Histórico Barrocos. Como componente programática, a instituição ilustra a vivência da sociedade nobre portuguesa, no contexto de uma Casa Senhorial dos séculos XVII e XVIII.

 O organismo enquadra colecções de Artes Decorativas que, complementadas pela estrutura e riqueza ornamental do conjunto nos permitem definir os conteúdos mais marcantes dos hábitos domésticos e sociais do período.

A CASA

A Casa dos Biscainhos terá sido fundada na primeira metade do século XVII.

Ao longo do século XVIII os descendentes foram alterando e valorizando o imóvel, revestindo-o de belíssimos interiores ornamentais com paredes de azulejos tectos em delicados estuques.
O palácio foi passando de geração em geração, dentro da mesma família, por mais de três séculos, até que o seu derradeiro proprietário, o 3.º Visconde de Paço de Nespereira, o vendeu para instalação do actual Museu.

OS JARDINS

Os Jardins do Museu dos Biscainhos constituem-se como um dos mais notáveis exemplares de Zona Verde do Norte do País, desfrutável no seio de uma cidade.
A sua importância dimensiona-se a vários níveis: apresentar-se como uma das raras sobrevivências de Jardim histórico, que se disponibiliza a toda a comunidade, constituir um Conjunto Patrimonial Barroco datável do século XVIII, integrando escultura e arquitectura do maior interesse artístico, representar uma Zona Ambiental de destacável significância, assumindo-se como um dos pulmões da cidade de Braga.

O MUSEU

Atendendo à região em que se insere, ao período e riqueza do imóvel onde se instala e ao cariz das suas colecções, o Museu dos Biscainhos definiu como componente programática a ilustração da vivência da sociedade nobre portuguesa, no contexto de uma Casa Senhorial dos séculos XVII e XVIII.

O organismo enquadra colecções de Artes Decorativas que complementadas pela estrutura e riqueza ornamental do conjunto, nos permitem definir os conteúdos mais marcantes dos hábitos domésticos e sociais do período.

 

Horário de visita:
Verão 10:00-12:30 e 14:00-18:30
Inverno 09:30-17:30
Funcionamento/Observações
Encerra 25/12;01/01; 1/05 e na Páscoa

 

 

 

Santuário do Monte do Bom Jesus

Sítio magnifico onde se conjuga a obra da natureza com a notável obra do homem, (vasta, diversificada e absolutamente fabulosa), numa das maiores intervenções tardo barrocas do País desenvolvida por André Soares. Afirma-se como uma referência obrigatória do Barroco europeu, que evidência a própria evolução da arte-bracarense, consubstanciada na introdução do neoclássico por Carlos Amarante.
Importa ainda referir e viajar no funicular, movido a água (finais do século XIX), peça viva da arqueologia dos transportes portugueses.

Trata-se de um sítio magnífico onde se conjuga a obra da Natureza, com a notável obra do Homem, numa das maiores intervenções tardo barrocas do país, desenvolvida pelo coronel Vila-Lobos e André Soares. Afirma-se como uma referência obrigatória do barroco europeu, que evidência a própria evolução da arte-bracarense, consubstanciada na introdução do neoclássico por Carlos Amarante. De referir a existência de um funicular movido a água, que em três minutos vence um declive médio de 30,9%, numa extensão de 285 metros. Este funicular foi inaugurado em Março de 1882. Imóvel de interesse público, visitável durante todo o dia. Existem autocarros que partem do centro da cidade de meia em meia hora (aos dez e aos quarenta minutos).

 

 

 

Santuário do Sameiro

O Santuário do Sameiro, cuja construção se iniciou em meados do séc. XIX, é o centro de maior devoção mariana em Portugal, depois de Fátima. O Templo, concluído no nosso séc., destaca-se no seu interior o altar-mor em granito branco polido, bem como o sacrário de prata. Em frente do Templo ergue-se um imponente e vasto escadório, no topo do qual se levantam dois altos pilares, encimados da Virgem e do Coração de Jesus.

 

 

 

Serra e Santuário da Falperra

Em deslumbrante e poética depressão da Serra da Falperra, foi erguida numa ermida dedicada a Santa Maria Madalena.

Obra ímpar do estilo Barroco, projectada por André Soares, a sua construção é do século XVIII e deve-se ao Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles.
Com exuberante decoração exterior, rodeia-a a célebre frescura e a implacável atractividade da zona da Falperra. Destaca-se ainda a Capela de Sta. Marta de Leão.
A pensar num melhor aproveitamento das suas inúmeras potencialidades, no local existe um imponente hotel com piscinas cobertas e outras estruturas de lazer.

 

 

 

Sé Catedral de Braga

Ex-Líbris fundamental e paradigmática da história de Braga, reúne os vários estilos arquitectónicos das diversas épocas que atravessou, desde a sua sagração em 1093 até hoje.

O Românico, o Gótico de diferentes fases e inspirações e o Barroco, são os principais elementos de um maravilhoso mosaico estilístico, que congrega fascinantes capelas (dos Reis, de S. Geraldo, da Glória) e um excepcional tesouro.
Demoraram até ao século XVIII as diversas obras, reformas e reconstruções que sofreu a Sé Episcopal de Braga.

Caracteriza-se pela escultura religiosa manuelina, que se encontra expressa no seu altar-mor e na pia baptismal. Ao fundo das naves encontra-se o Coro Alto visível em todo o percurso de visita ao Tesouro da Sé. O cadeiral, para assento dos cónegos, é de uma grande riqueza artística.

Em frente ao Coro Alto encontramos dois órgãos que ainda hoje funcionam. Um dos órgãos possui 2400 tubos, alguns mergulhados em água, e produzem um som idêntico ao cantar dos rouxinóis. Pela sua riqueza histórica e cultural, a Sé Catedral de Braga merece uma visita.

 

Horário de visita:
Igreja
Outubro a Março 7:45-18:30
Abril a Setembro 7:45-19:00
Museu do Cabido
Outubro a Março 8:30-17:30
Abril a Setembro 8:30-17:30
Observações
Nunca Encerra

 

 

Termas Romanas do Alto da Cividade

Importantes ruínas de um grande edifício público, com funções de balneário, datável do século I, que conserva visíveis as várias dependências funcionais das termas públicas romanas.

Objecto de várias remodelações, ter-se-á mantido em funções provavelmente até ao século V.

 

 

 

Torre de Menagem

Única construção que restou do antigo Castelo de Braga, que compreendia toda uma magnifica cidadela medieval, cuja construção é atribuída a El-Rei D.Fernando no século XIV, e que foi ingloriamente demolido em 1906.